eu eu adorei, cada capítulo, cada amor, cada morte...
está ai um trecho, do capítulo em que Claudius Herrman conta a sua história.
"Nessa torrente negra que se chama a vida e que carre para o passado enquanfto nós caminhamos para o futuro, também desfolhei crenças e me lancei, despidas as minhas roupas mais perfumadas, para trajar a túnica sa Saturnal! O passado é o que foi, flor que murchou, sol que se apagou, cadáver que apodreceu. Lágrimas por ele? Fora loucura!"
Amei esse trecho! Leiam com atenção e reparem nas entrelinhas...
Agora um trechos do poema que o mesmo Claudius Herrman escreve para a amada:
"Não me odeies, mulher, se no passado
Nódoa sombria desbotou-me a vida,
"(...)O meu amor...o peito silencia:
Guarda-o bem fundo em sombras do sacrário
Onde ervaçal não se afastou nos ernos
Meu amor...Foi visão de roupas brancas
Da orgia á porta, fria e soluçando,
Lâmpada santa erguidaa em leito infame,
Vaso templário da taverna á mesa,
Estrelaa d'alva refletindo pálida
No tremedal do crime(...)"
Nódoa sombria desbotou-me a vida,
- É que os labios queimei no vício ardente
E de tudo descri com fronte erguida(...)""(...)O meu amor...o peito silencia:
Guarda-o bem fundo em sombras do sacrário
Onde ervaçal não se afastou nos ernos
Meu amor...Foi visão de roupas brancas
Da orgia á porta, fria e soluçando,
Lâmpada santa erguidaa em leito infame,
Vaso templário da taverna á mesa,
Estrelaa d'alva refletindo pálida
No tremedal do crime(...)"
Depois eu posto mais, esses dias andam sendo sem inpiração nenhuma...
beijos mamoninhas e mamonões...
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